O PS nunca pode faltar ao país
seja em que circunstância for e sejam quais forem ou venham de onde vierem os ataques, as vilezas e as manobras para diminuírem o nosso papel na sociedade portuguesa e junto do povo português.
Ao longo de mais de 30 anos sofremos tudo isso e resistimos!
O país está sob resgate de um conjunto de instituições mundiais e beneficia da assistência financeira de muitos países, sobretudo da Europa comunitária, uma assistência que nós próprios pedimos e que nos era necessária. O mínimo que podemos fazer agora é honra o nosso compromisso, cumprindo-o. Não estando no governo, por muito que nos custasse, tínhamos a obrigação de votar a favor do orçamento do estado se este fosse um governo sério e se à sua frente estivesse um primeiro-ministro capaz e à altura das responsabilidades que o país lhe confiou. Infelizmente, não temos nem uma coisa nem outra.
Só nos resta, pois, abstermo-nos, como sinal do nosso protesto e como penhor da nossa honradez.
Ao contrário do soldado russo que empunhou a bandeira soviética no cimo do reichstag, três dias antes da queda de Berlin, nós não temos dois relógios no punho contrário.
João Paulo Pedrosa


2 Comments:
Caro João Pedros,
A frase é bonita "abstermo-no, como sinal do nosso protesto e como penhor da nossa honradez", mas porque não votar contra ?
Eu, votante mas não militantes do PS, acho que o protesto tem ser um voto contra e pela honradez não demosntrada pelo actual governo também.
Cumprimentos
Votar contra e explicar porquê.
Votar contra porque o governo é mentiroso, rasca e desonesto.
Votar contra porque estão a destruir o país.
A abstenção não é nada, é lavar as mãos.
A abstenção é cobardia, é medo, é submissão.
A abstenção é a cara desta liderança, que vai destruir o PS e pior que isso vai deixar destruir o país.
Ou será que os interesses da direita são os mesmos da actual direcção do PS. Que vergonha.
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