sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Rasputin Louçã

Não só pela irresponsabilidade e falta de pudor que demonstrou ontem, mas também por tudo o que tem sido a sua indecorosa acção política, não encontro outro personagem histórico que se aproxime tanto da perversidade política de Louçã como Rasputin, o monge místico russo, venerado por alguns que o achavam até com capacidades para prever o futuro e que, há medida que foi ascendendo na hierarquia do poder dos czares, se deslumbrou com o seu poder e influência, a ponto de se proclamar o próprio Czar. A farsa e a perversidade (Rasputin) conduziu-o a um fim trágico.
Salvaguardando os contornos de ordem histórica e pessoal, estou em crer que Louçã, do ponto de vista político, acabará também assim. Merece!


João Paulo Pedrosa