quarta-feira, março 31, 2010

O Parlamento Global da SIC

continua a dar destaque às iniciativas dos deputados na sua rubrica deputados-repórteres, numa atitude que saudamos e agradecemos.



João Paulo Pedrosa

quarta-feira, março 24, 2010

Artificial


é o que se pode dizer da (pequena) manifestação de hoje, ao que parece organizada pela JCP, em frente do Parlamento. As palavras de ordem eram, essencialmente, contra a privatização do ensino. Bom, dada a falta de relevância do tema na sociedade portuguesa, o protesto só pode ser contra o futuro líder do PSD Pedro Passos Coelho, o único político que tem alimentado o tema.



João Paulo Pedrosa

segunda-feira, março 22, 2010

Aos pescadores






Hoje à tarde, fiquei muito sensibilizado com o convite que me fizeram para participar no baptismo (sim, os pescadores acreditam na protecção divina e destinam-lhe, quase sempre, a vida difícil, dura e perigosa na labuta com o mar), na qualidade de padrinho, de um novo barco de pesca da xávega na Praia da Vieira. Com a presença de várias autoridades locais, concelhias e distritais que mais não representam do que homenagem à vida dura dos homens do mar, desejei-lhe sorte e boa safra que é, no essencial, tudo o que eles precisam.



João Paulo Pedrosa

sábado, março 20, 2010

Limpar Portugal

Está hoje a decorrer, em todo o país, a maior iniciativa de voluntariado de sempre. Partindo, justamente, de uma iniciativa da sociedade civil e das redes sociais da web, a iniciativa limpar Portugal é uma atitude cívica muito meritória. Na Marinha Grande, onde hoje esteve a Ministra do Ambiente para, de forma simbólica, assinalar a importância da iniciativa, foi possível ver muita gente a aderir a esta causa. Para o ano seremos muitos mais, seguramente.
Num mundo atolado em desgraças e onde predomina a descrença, são atitudes destas que nos dão esperança para criar os nossos filhos.






João Paulo Pedrosa

terça-feira, março 16, 2010

Um mundo à parte





é o que me parece, muita vezes, o Parlamento. Na verdade, é hoje mais fácil saber, lá fora, da vida geral do Parlamento, do que cá dentro. Cada deputado empenhado nas suas comissões, na fiscalização da acção do governo ou no contacto com os eleitores, perde, quase sempre, a visão de conjunto. Não é raro, por isso, sermos confrontados pelos cidadãos com questões sobre iniciativas que aqui decorreram e que nem sequer sabíamos da sua existência.

Ainda há pouco captei estas fotos que me levaram à agenda do Presidente da Assembleia, cerimónia de recepção do Sr. Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau. Aqui fica o registo visita.



João Paulo Pedrosa

segunda-feira, março 15, 2010

Plano Nacional de Combate ao Nemátodo do Pinheiro



está a ser apresentado, neste momento, no aerodromo da Lousã com a presença do Secretário de Estado das Florestas e da Comissão de Agricultura da Assembleia da República, mais pormenores mais logo, com tempo, agora vamos sair para visitar a área florestal.



João Paulo Pedrosa

domingo, março 14, 2010

Congresso de ressabiados

O congresso do PSD que terminou em Mafra foi, não só jurássico, como ilustra a bela imagem de João Cóias (basta ver que Fernando Costa, presidente da câmara das Caldas da Raínha, com quase 30 anos de mandato e 10 de deputado, foi a grande novidade, acrescida à também recente novidade de ter sido eleito presidente da distrital laranja de Leiria), como, sobretudo, um congresso de ressabiados: Manuela Ferreira Leite com o povo, Rangel com os consultores de imagem, Passos Coelho com as intempéries da Madeira, Santana Lopes com as moedas de Cavaco, Marques Mendes com os pulpitos, Filipe Meneses com a seriedade, Marcelo com Jesus Cristo Nosso Senhor e os militantes com a democracia.
O PSD que sempre conhecemos!




João Paulo Pedrosa

Agora é que vão ser elas


Do ponto de vista de militante do PS prefiro, no PSD, a vitória de Passos Coelho. Para os que andam sempre a acusar o PS de governar à direita, agora é que vão ver o que são propostas políticas verdadeiramente de direita. Nada melhor do que uma boa clarificação. Não cuido de que estes sejam os maiores beneficiados disso, pelo contrário. É que uma coisa é não fazer crescer o Estado Social ao ritmo que tem crescido até aqui, outra coisa é, numa penada, acabar com ele.
Se Passos Coelho for coerente com o que diz, logo à entrada promete:
- reduzir 200 mil funcionário públicos, ou seja, pelo menos, 50% dos hospitais, centros de saúde e escola pública ficam apenas acessíveis a quem tem dinheiro para os pagar;
- reduzir as prestações sociais e entregar a segurança do sistema público de segurança social à roleta da especulação bolsista;
- transformar um país industrialmente atávico, num silicon valley, assim, com um simples estalar dos dedos;
Agora sim é possível discutir esquerda e direita sem ter que suportar o comunismo reciclado de quase 20% do nosso quadro parlamentar. Finalmente!



João Paulo Pedrosa

Congresso/PSD: Ferreira Leite acha "muito bem" sanções a quem discorde da direção

Mafra, 14 mar (Lusa)

"A líder cessante do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou hoje achar “muito bem” haver no partido sanções para militantes que discordem da direção do partido nos 60 dias antes de atos eleitorais.
O congresso social democrata aprovou hoje uma norma que estipula sanções para esse tipo de situações.
Isso “limita a possibilidade de sem sanções se poder participar num partido não cumprindo as regras do partido. Acho muito bem”, afirmou a presidente do partido.
Para Manuela Ferreira Leite, “se os estatutos estabelecem estas regras, certamente se houver essas posição serão para ser cumpridas”.
A líder recordou, porém, não ter votado a proposta de Pedro Santana Lopes para instituição das sanções, sublinhando estar impedida pelos estatutos a participar em votações.
Pedro Santana Lopes considerou que a norma não é uma “lei da rolha” e “é constitucional”.
“Não acho isso”, disse quando questionado sobre se esta norma, proposta por si, correspondia a uma “lei da rolha”.
“Acho que o facto da norma ou este tipo de orientação não existirem prejudicou muito o PPD/PSD nos últimos anos”, disse.
Confrontado com a pergunta de uma jornalista de que “nem o PCP tem normas destas”, Santana Lopes respondeu: “Pois temos nós”. Os sistemas políticos são assim, é bom”.
Acima dos direitos, disse, “há alguns deveres, nomeadamente de solidariedade pelas instituições e respeito pelas orientações da maioria. O que o partido quis foi dar um sinal político muito forte de que não considera tolerável a continuação de determinados comportamentos em cima eleições”.
O ex-líder social democrata considerou a nova norma “reflexo da história recente partido” e garantiu acreditar que “a liberdade interna continua a existir no partido”.

MSP/Lusa

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
OC

sexta-feira, março 12, 2010

Diz-me com quem andas...

A votação do Orçamento de Estado arrasta-se fastidiosamente, ontem e hoje, com votações pormenorizadas de centenas de artigos e alíneas que BE e PCP decidiram chamar para plenário em vez da votação na Comissão como se justificava. Dá, contudo, para perceber a lógica de actuação dos partidos políticos.
Na verdade, não obstante a retórica tribunícia do BE, sobretudo, contra as supostas políticas de direita do PS, o que se constacta é que no conjunto das propostas votadas, ontem e hoje e mesmo até no decurso desta legislatura, o BE e o PCP votam sempre ao lado do CDS.


João Paulo Pedrosa

quinta-feira, março 11, 2010

A visita ao sector leiteiro

já está on line no Parlamento Global da SIC, veja as imagens aqui.



João Paulo Pedrosa

terça-feira, março 09, 2010

A grande conclusão

e única que já se pode tirar das audiências da Comissão de Ética, sobre a existência de um plano do governo para controlar a comunicação social e ouvidos todos os intervenientes até ao momento, com a presença, note-se, de todas as personalidades que destilam veneno sobre o primeiro-ministro e o governo do PS, foi dada hoje, para grande incomodidade dos partidos da oposição, pelo presidente da PT, Henrique Granadeiro.
"Foi Nuno Morais Sarmento, ministro do governo PSD de Durão Barroso e Santana Lopes, que tentou condicionar a minha actitidade de presidente da Lusomundo, exigindo-me, respectivamente, a saída de três directores de jornais".
João Oliveira do PCP, Cecília Meireles do CDS e João Semedo do BE (este, desorientado, ainda foi em auxílio do presidente da comissão) nem queriam acreditar, estava lançado o bumerangue sobre a política espéctaculo da oposição.
Num dia dominado pelo recurso aos ditados populares é caso para dizer, também, quem com ferros mata, com ferros morre. E aqui já morreu uma Comissão de Inquérito.



João Paulo Pedrosa

sábado, março 06, 2010

Freeport,fonte judicial desmente Expresso

Freeport: Investigadores sem novos indícios para deslocação a Londres - fonte judicial

Lisboa, 06 mar (Lusa)

Os investigadores do caso Freeport estão atualmente a ler o relatório pericial para ver se há lacunas ou contradições, não tendo na sua posse novos indícios que justifique uma deslocação a Londres, disse hoje à Lusa fonte judicial.
A mesma fonte adiantou que os investigadores estão também a fazer as "diligências complementares necessárias, mas que não passam por uma deslocação a Londres, nem essa questão foi suscitada".
A fonte disse ainda não haver novos indícios contra o primeiro ministro, José Sócrates, ao contrário do que noticia a edição de hoje do Expresso.
O semanário revela que "o regresso a Londres ainda este mês para uma ronda final de inquirições a cidadãos ingleses vai ser determinante para a equipa de inspetores e procuradores decidirem em definitivo o que fazer em relação a José Sócrates: deixá-lo de lado ou propor ao Procurador-Geral da República uma investigação direta ao primeiro ministro, incluindo às suas contas bancárias".
O Expresso adianta ainda que "haverá no lote de informação recolhida em Inglaterra, em dezembro de 2009, um documento de um responsável financeiro do Freeport com alusões explícitas à alega necessidade de pagar luvas a um triângulo de figuras - a Sócrates e outros membros do Governo".
O jornal diz ainda que "a PJ já concluiu a análise pericial dos milhares de páginas, de documentação financeira entregues pelo Serious Fraud Office", não tendo encontrado "provas de transferências diretas de dinheiro para sustentar a suspeita de que a aprovação do Freeport teria como contrapartida o financiamento ilegal do PS através do então ministro do Ambiente", José Sócrates.
Contactada pela Agência Lusa, a diretora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), Cândida Almeida, recusou fazer, para já, qualquer comentário.
No passado dia 24 de fevereiro, no parlamento, Cândida Almeida apontou o mês de abril como "teto temporal" para a conclusão da investigação do caso Freeport e, para "repor um pouco a verdade", assegurou que o primeiro ministro não é arguido neste inquérito que "está no fim".
O processo relativo ao Freeport investiga alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento do centro comercial, em 2002, quando o atual primeiro ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
São arguidos no processo Charles Smith (que esteve envolvido no licenciamento do Freeport), Carlos Guerra (ex-presidente do Instituto da Conservação da Natureza), José Dias Inocêncio (antigo presidente da Câmara de Alcochete), José Manuel Marques (antigo assessor da autarquia), Manuel Pedro (sócio de Charles Smith na empresa Smith & Pedro) e Eduardo Capinha Lopes (responsável pelo projeto de arquitetura).

CMP/DDA/FC-Lusa

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Os bold são da responsabilidade do editor

OC (publicado também em A Carta a Garcia)

quarta-feira, março 03, 2010

A casa da Bica

A rua da Bica de Duarte Belo é um dos lugares mais bonitos de Lisboa, no coração da capital e num dos mais típicos bairros, nela podem apreciar-se vistas assim, justamente no dia em que Moura Guedes foi à Assembleia apresentar mais uma edição do seu jornal nacional de sexta-feira. Beleza e ar puro, tudo o que a dita criatura não nos consegue dar.



João Paulo Pedrosa

A crise do sector leiteiro

levou a comissão de Agricultura da Assembleia da República a um conjunto de visitas no passado fim de semana. O sector do leite tem problemas que se assemelham ao sector pecuário da nossa região. Explorações antigas que foram proliferando paredes meias com as habitações e que agora têm dificuldades em cumprir os requisitos de licenciamento. Como em tudo na vida, há os que se adaptam e os que vão ficando pelo caminho, a selecção aperfeiçoa. Os mais inovadores, competentes e profissionais são os que encaram melhor a mudança, bom sinal para o sector e para o país também.



João Paulo Pedrosa