sábado, junho 27, 2009

A música de Rodrigo Leão...







OC

A ler com atenção...investimento público virado para o emprego

A ler aqui na íntegra o manifesto dos economistas, académicos e gestores que deixam "os velhos do Restelo" em mau estado...




OC

Legislativas: Campanha eleitoral entre 12 e 25 de Setembro

Lisboa, 27 Jun (Lusa)

A campanha eleitoral para as legislativas irá decorrer entre 12 e 25 de Setembro, com as eleições a realizarem-se a 27 de Setembro para a escolha dos 230 deputados.
A data das eleições para a Assembleia da República foi anunciada hoje pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, depois de o Governo ter revelado na sexta-feira que as eleições autárquicas irão realizar-se a 11 de Outubro.
De acordo com o artigo 53.º da Lei Eleitoral da Assembleia da República, o período da campanha eleitoral “inicia-se no 14.º dia anterior e finda às 24 horas da antevéspera do dia designado para as eleições”.
Desta forma, a campanha eleitoral terá início dia 12 e terminará no dia 25 de Setembro.
Já a campanha eleitoral para as autárquicas começará a 28 de Setembro, o dia imediatamente a seguir às legislativas já que segundo o artigo 47.º da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, a campanha “inicia-se no 12.º dia anterior e finda às 24 horas da antevéspera do dia designado para as eleições”.
Ao contrário do que acontece nas eleições autárquicas, em que é permitida a candidatura de grupos de cidadãos, para as legislativas apenas é permitida a candidatura de partidos políticos, isoladamente ou em coligação.
Segundo o artigo 23.º da Lei Eleitoral da Assembleia da República, a apresentação das candidaturas “faz-se até ao 41.º dia anterior à data prevista para as eleições, perante o juiz do círculo judicial com sede na capital do círculo eleitoral”.
Nos círculos eleitorais com sede em Lisboa e Porto a apresentação das candidaturas é feita perante os juízes dos juízos cíveis, enquanto nos círculos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira a apresentação faz-se perante o juíz do círculo judicial com sede na respectiva capital.
Nas últimas legislativas, a 20 de Fevereiro de 2005, o PS conseguiu conquistar a maioria absoluta, com 45,03 por cento dos votos, elegendo 121 deputados.
O PSD obteve 28,77 por cento (75 deputados), a coligação PCP/PEV 7,54 por cento (com o PCP a ficar com 12 deputado e o PEV com dois).
O CDS-PP conquistou 7,24 por cento dos votos (12 deputados) e o Bloco de Esquerda 6,35 (oito deputados).

VAM/Lusa
OC

Eleições Legislativas em 27 de Setembro...

Lisboa, 27 Jun (Lusa)

O Presidente da República justificou hoje a decisão de marcar as legislativas para 27 de Setembro, argumentando que não podia “deixar de atender aos argumentos apresentados pelos partidos”, já que apenas o PSD defendeu a simultaneidade com as autárquicas.
“Entendo que, em matéria de marcação de eleições, a opinião dos partidos políticos deve ser especialmente considerada pelo Presidente da República. Não posso deixar de atender aos argumentos apresentados pelos partidos, pois são eles que irão disputar as eleições”, afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, numa declaração ao país.
O Presidente da República sublinhou que a sua decisão de marcar as legislativas para 27 de Setembro foi tomada após a audição dos partidos com assento parlamentar, dos quais “cinco pronunciaram-se categoricamente contra a realização em simultâneo das eleições autárquicas e das eleições legislativas.
“Apenas um partido sustentou que essas eleições deveriam ter lugar no mesmo dia”,
lembrou, referindo-se ao PSD.
Por outro lado, acrescentou o chefe de Estado, todos os partidos disseram que, caso as eleições não fossem simultâneas, “eram favoráveis a que as eleições legislativas se realizassem no dia 27 de Setembro”.
“Decidi marcar a data de realização das eleições dos Deputados à Assembleia da República para o próximo dia 27 de Setembro”, anunciou Cavaco Silva.
Na sua declaração, e tendo em conta a aproximação dos dois actos eleitorais (eleições legislativas a 27 de Setembro e autárquicas a 11 de Outubro), Cavaco Silva voltou a apelar a que as campanhas eleitorais decorram com “serenidade e com elevação”, fazendo votos para que “sejam discutidos os problemas reais que preocupam os Portugueses”.
“A todos os cidadãos, apelo a que participem nas duas eleições que irão realizar-se depois do Verão, pois está em causa o seu futuro e o futuro de Portugal. Votar é um dever cívico e um acto de responsabilidade", enfatizou ainda o Presidente da República.
O Governo anunciou na sexta-feira que decidiu marcar a data das próximas eleições autárquicas para o dia 11 de Outubro.
O Governo justificou a escolha dizendo que aquela data “foi referida nas preferências de todos os partidos políticos que, nos termos da lei, foram previamente ouvidos sobre esta matéria”.

VAM/Lusa
OC

Um Link Inevitável..."Nunca com os nossos votos"...

Rui Namorado, em "O Grande Zoo" escalpeliza de forma muito clara a sondagem do post precedente e sempre numa perspectiva de defesa das posições estratégicas da esquerda democrática perante o cenário que decorre dos dados da Marktest.
Claro que a realidade não é estática, a sondagem está dentro dos limites do empate técnico e se se ouvirem as peças que integram a página da TSF, que se linkou no post anterior, até se pode verificar que, apesar da baixa do PS, José Sócrates até cresce em popularidade.
De todo o modo, bem pode dizer-se que está tudo em aberto e que a disputa eleitoral se vai decidir no confronto bipolarizado entre os líderes do PS e do PSD.
A questão da governabilidade, mais do que nunca, até pelos tempos de crise, vai ser factor decisivo...
Mas também por tudo isso, bom será ler com toda a atenção o exame de contexto e as propostas formuladas pelo Rui Namorado.
Osvaldo Castro

Uma sondagem a ter muito em conta...

Legislativas. Marktest, 16-20 Junho, N=800, Tel.
Para TSF/Diário Económico

PSD: 35,8%
PS: 34,5%
BE: 13,1%
CDU: 8,4%
CDS: 4,4%
OBN: 3,8%


A ver aqui na página da TSF

Com os bons ofícios de "Margens de Erro" do Pedro Magalhães

OC

sexta-feira, junho 26, 2009

Autárquicas: Campanha eleitoral vai decorrer entre 28 de Setembro e 09 de Outubro

Lisboa, 26 Jul (Lusa) -

A campanha eleitoral para as autarquias locais irá decorrer entre 28 de Setembro e 09 de Outubro, com as eleições a realizarem-se a 11 de Outubro para a escolha dos órgãos municipais dos 308 concelhos portugueses.
A marcação das eleições autárquicas para 11 de Outubro foi decidida hoje pelo Governo, depois de ouvidos todos os partidos políticos na semana passada.
Ainda segundo o executivo, a decisão já foi comunicada ao Presidente da República e será formalizada na próxima reunião do Conselho de Ministros.
Assim, e de acordo com o artigo 47º da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, a campanha eleitoral “inicia-se no 12º dia anterior e finda às 24 horas da antevéspera do dia designado para as eleições”.
Ou seja, o período oficial da campanha eleitoral irá decorrer entre 28 de Setembro e 09 de Outubro.
Segundo o artigo 16º da Lei Eleitoral para os Órgãos das Autarquias Locais, poderão apresentar candidaturas a estas eleições partidos políticos, coligações de partidos políticos constituídas para fins eleitorais e “grupos de cidadãos eleitores”.
As listas terão de ser apresentadas perante o juiz do tribunal de comarca competente em matéria cível com jurisdição na sede do município respectivo até ao 55º anterior à data do acto eleitoral.
Nas eleições autárquicas realizadas a 09 de Outubro de 2005, o PSD conquistou 158 câmaras municipais (das quais 20 em coligação com o CDS-PP, PPM e MPT), o PS 109, a coligação PCP/PEV (CDU) 32, o CDS-PP e o Bloco de Esquerda uma autarquia cada.
Grupos de cidadãos, fora do quadro partidário, elegeram sete presidentes de câmaras.
A abstenção situou-se nos 39,08 por cento.
Apesar dos sociais-democratas terem conquistado o maior número de câmaras, o PS conseguiu obter mais votos, com 35,84 por cento, seguido pelo PSD, com 28,27 por cento, da CDU com 10,96 por cento, do CDS-PP com 3,08 por cento e do Bloco de Esquerda com 2,95.
Estes totais só incluem os votos expressos em concelhos em que os partidos concorreram individualmente, excluindo-se todos aqueles em que se apresentaram coligados.
VAM/Lusa
OC

Eleições autárquicas marcadas para 11 de Outubro

Lisboa, 26 Jun (Lusa) -
O Governo decidiu hoje marcar a data das próximas eleições autárquicas para o dia 11 de Outubro, referiu à agência Lusa fonte oficial do executivo.
"O Governo decidiu marcar a data das eleições autárquicas para o próximo dia 11 de Outubro, data que foi referida nas preferências de todos os partidos políticos que, nos termos da lei, foram previamente ouvidos sobre esta matéria", justifica o Governo.
Segundo o executivo, a decisão do Governo" foi hoje comunicada pelo senhor primeiro-ministro [José Sócrates] ao senhor Presidente da República [Cavaco Silva] e, estando cumpridos todos os procedimentos, será formalizada na próxima reunião do Conselho de Ministros", quinta-feira, acrescenta o Governo.
PMF.
Lusa






OC

quinta-feira, junho 25, 2009

Com os olhos noutras Praças...

Correia Pinto, no Politeia ;
João Tunes, no Água Lisa ;
João Abel Freitas, no Puxa Palavra ;
José Castro Caldas, no Ladrões de Bicicletas ;
Ana Gomes, no Causa Nossa ;
Tomás Vasques, no Hoje há Conquilhas... ;



OC

terça-feira, junho 23, 2009

Vêm aí os Betos...!!!

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OC

segunda-feira, junho 22, 2009

Um Link Inevitável...PCP/CDU no seu melhor em Almada...

"Tudo ao molho e fé em Deus..." parece ser a política de "habitação" da Câmara Municipal de Almada, que o PCP dirige há mais de 30 anos...Miséria, discriminação étnica, desrespeito pelos valores e direitos fundamentais do cidadão...
Se é isto que a presidente Maria Emília tem para oferecer aos munícipes de Almada, então, Paulo Pedroso, tens de acabar com a situação de desumanidade em que vivem os inquilinos municipais e devolver Almada à qualidade de vida que os almadenses merecem...
Tens de devolver a Câmara ao povo!
Osvaldo Castro

A sangrenta repressão no Irão...

A primeira página do EL PAÍS desta segunda-feira, 22 de junho, é bem sintomática da resistência das mulheres e homens iranianos à violenta repressão que assola a capital, Teerão, e se estende por todo o Irão.
Os mortos confirmados ultrapassam a dezena, os feridos com gravidade são mais de uma centena e os jornalistas detidos serão cerca de 30. Este Domingo o correspondente da BBC, há dez anos a trabalhar no Irão, recebeu ordem para abandonar o país em 24 horas...uma expulsão sem fundamento algum que não fosse o de tentar noticiar objectivamente o que se passa no país onde o poder dos ayatollahs começa a sofrer o primeiro abanão, desde há 30 anos...
Ver primeira página do EL PAÍS aqui...



Osvaldo Castro

domingo, junho 21, 2009

Em memória de um dos pioneiros do movimento associativo estudantil...


Carlos Candal, uma das figuras mais destacadas do movimento associativo estudantil no nosso país, não resistiu aos fulgores de mais um dos seus discursos, algo que fazia excelentemente e em que era notoriamente um seguidor do aveirense José Estevâo.

Dele muito se tem falado nos "media", na Assembleia da República, onde foi merecidamente homenageado, na blogosfera e por entre as comunidades dos seus amigos e adversários.

Tribuno temível, advogado de causas de uma vida, político, fundador do PS, deputado e eurodeputado, Candal partiu para a sua vida pública estribado nos saberes, nas competências e nas experiências que o movimento associativo estudantil, designadamente na presidência da Associação Académica de Coimbra, lhe grangearam.

A esquerda estudantil ganhou pela primeira vez eleições para a AAC, com uma lista do Conselho de Repúblicas conjunta com os Organismos Autónomos da Academia, em 1960/61, aproveitando talvez a ressaca política da onda do general Delgado...mas sobretudo porque Candal, rodeado de uma equipa de luxo, logrou fazer uma campanha tendente a levar as jovens estudantes, designadamente as residentes em lares de religiosas, a irem votar à esquerda, ou muito mais complicado, a terem a coragem de participar no acto eleitoral... assim as "roubando" à tradicional influência abstencionista da direita académica.

E isto, que à luz dos anos de igualdade de género em que vivemos, pode parecer não mais do que uma manobra táctica inocente, viria a revelar-se decisivo no resultado final.

Sei do que falo, porque na Crise de 1969, coube à Fernanda Bernarda e a mim, ambos membros da Direcção-Geral da AAC, sermos escolhidos para o trabalho de conseguir convencer as directoras religiosas a permitir que fizéssemos sessões de esclarecimento nos lares de raparigas, visando ganhar base de apoio para a greve a exames, o que fomos logrando...e a razão da nossa escolha foi "à Candal", o mesmo é dizer, uma habilidade, a Fernanda era a única mulher da direcção e eu o único jovem imberbe dos dirigentes da Crise...

Para que conste, tenho-o dito muitas vezes, sem a geração que Candal encabeçou, em Coimbra e Jorge Sampaio, em Lisboa, a Crise de 1969 em Coimbra não teria tido o êxito e os ganhos de causa que obteve numa luta tão radicalizada contra a ditadura. Assentou numa linha estratégica adequada aos "novos" tempos do regime que se confrontava com a guerra colonial, mas beneficiou da sabedoria táctica experimentada desde 1960/61...

É por tudo que recomendo se leiam as palavras do Rui Namorado, do Correia Pinto, do Marcelo Correia Ribeiro e do Seixas da Costa ... que conheceram e privaram com Candal em Coimbra e que fizeram a ponte com a geração da Crise de 1969... e que me desculpem outros que não refiro.
Osvaldo Castro

domingo, junho 14, 2009

O Regresso ao Passado, Rangel quer coligação com Portas...

"...P. Baldaia(TSF)-As eleições de dia 7 demonstraram uma grande dispersão de votos, os chamados pequenos partidos cresceram. Isso revela também uma grande dificuldade para formar governo, se estes resultados se repetissem nas legislativas. PS e PSD devem partir para a campanha deixando claro com quem é que se podem coligar em caso de não terem uma maioria absoluta?
Paulo Rangel-Acho que essa clarificação, nomeadamente, o PS precisa de a fazer.
E o PSD, não? Porquê?
No caso do PSD, menos, penso que a coisa é mais clara.

Porque ela está clara, a coligação a fazer-se é com o CDS/PP?
Sim. Penso que esse é o cenário mais provável no caso de o PSD não ter uma maioria absoluta, como, enfim, eventualmente não terá, atento aqui algum realismo nestas circunstâncias actuais. Claro que esse é o caminho natural. Eu acho que o PS precisa de fazer uma grande clarificação e que, nomeadamente, este resultado obriga o PS a clarificar posições, porque é desde já evidente que a sua obsessão pela maioria absoluta ruiu por completo e não faz sentido nenhum deixar de dizer aos portugueses que está disponível para um governo com o Bloco de Esquerda ou com o PCP. Isso é muito importante. ..."



Excerto da entrevista "discurso directo", conduzida por Paulo Baldaia para a TSF/DN


Entrevista que vale a pena ler. Até para se poder verificar como ao lado da prosápia reivindicativa que visa retirar legitimidade constitucional ao governo, ao insistir na paralisação de decisões absolutamente indispensáveis para tentar controlar e debelar os mais severos efeitos da crise global, designadamente em matéria de desemprego, se vão notando os empalidecimentos nervosos da "estrela da noite das eleições" . É o efeito do confronto com a realidade de uma vitória escassa, insuficiente e desinspirada....
Inexperiência, deslumbramento e ideias equívocas, como nas explicações que "afeiçoa" para as votações das leis dos Açores, do financiamento e para o insucesso da eleição do Provedor, são a boa razão para Rangel se dever esquivar ao ruído das muitas entrevistas que já deu...
"Cada cavadela, cada minhoca"...
Osvaldo Castro

Camané..."Sei de um rio..."

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OC

quarta-feira, junho 10, 2009

Com os olhos noutras Praças...

10 de Junho, Francisco Seixas da Costa;

Uma boa ideia, José Saramago;

Rupturas à esquerda, Pedro Adão e Silva;

Rescaldo das europeias a pensar nas legislativas, Paulo Pedroso;

Numerologias II, Valupi;

A economia política e moral do cavaquismo; João Rodrigues;





Osvaldo Castro

João Villaret diz três poemas de Camões...

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OC

terça-feira, junho 09, 2009

Assumir o peso da derrota...e trocar umas ideias sobre o assunto...


É óbvio que o PS sofreu uma derrota tão pesada como algumas só registáveis nos fins dos anos oitenta. E se ninguém o ignora, mau seria que os seus dirigentes se refugiassem em “línguas de madeira” para tentar branquear as responsabilidades que todos devemos assumir....
....Todos ignorámos que o voto de protesto não se reflectiria apenas na mais que previsível e grossa abstenção…
Havia mais, muito mais… o voto de protesto que se passaria para o BE, e em menor grau para o PCP, e o inovador voto branco e nulo, que, pelas suas dimensões, só pode ser oriundo de eleitores do PS e que significa protesto contra o PS… ainda que sem querer ir, para já, afogar-se no colo de outros partidos…
Encurtando razões, foi por isso que o PSD alcançou uma preciosa vitória em números demasiado próximos da derrota de Santana Lopes em 2005…mas que surpreendeu pelo ineditismo e vai gerar a argamassa de uma disputa eleitoral, de igual para igual, nas próximas legislativas...
...Verdadeiros vencedores, com méritos inquestionáveis, são os dirigentes do BE, do PCP e do CDS. Claro, aproveitaram-se da crise, das reivindicações laborais, jogaram no populismo nacional e também no anti-europeu, mas souberam capitalizar e canalizar com mestria alguns dos casos políticos mais “picantes”, como no caso BPN. E, evidentemente, souberam superar os colapsos comunicacionais do PS e das suas medidas de governo, transformando medidas e reformas estruturais de vulto, indispensáveis à modernização do país, em pesados encargos para os portugueses, desnecessários, descartáveis, dispensáveis e apenas fruto do “autoritarismo” e do "poder absoluto”…Ledos enganos, mas trunfos eleitorais que se revelaram frutos apetecíveis na colheita dos votos.
As eleições europeias são, aliás, propícias a este tipo de voto aberto, táctico e menos rigoroso.
Algo de diferente se poderá passará nas próximas legislativas....A questão que vai estar em cima da mesa, em fins de Setembro, é nem mais nem menos que a governabilidade. O mesmo é dizer, quem deve governar Portugal na próxima legislatura. Esquerda ou direita, e dentro dessas opções, Sócrates ou Manuela Ferreira Leite?...
... É tendo isso em conta que Portugal, em legislativas, vai viver um clima de forte bipolarização em que PSD e PS disputarão o governo. O que vale por dizer que o voto tenderá a ser mais rigoroso, mais pragmático e útil. O mesmo é dizer que o PSD tenderá a crescer no eleitorado do CDS/PP e o PS a fazer regressar às suas hostes muitos dos que agora exibiram o cartão amarelo, votando em branco, noutros partidos ou abstendo-se.
Mas para almejar novas vitórias, o PS terá de encarar a presente derrota com a humildade e a seriedade que lhe permitam abrir os olhos e os ouvidos para os que protestam com razão, ou para poder esclarecer e convencer os renitentes da bondade das suas políticas, mesmo quando exigentes.
Sem mudar de rumo estratégico, o PS tem de preparar um programa reformista de esquerda que seja consequente quanto ao combate às desigualdades mas que não ignore os interesses legítimos das famílias e das classes médias.
E tem de refazer a sua ligação, a todos os níveis, com os diversos sectores do eleitorado. Só uma nova atitude de abertura perante os portugueses poderá congraçar o PS com os cidadãos eleitores que agora lhe escaparam por entre os dedos....



Osvaldo Castro
(Extractos de Crónica a ser publicado no Jornal de Leiria, 11 de Junho )

segunda-feira, junho 08, 2009

Parabéns aos vencedores...Um link Inevitável...

Abraço, Caro Vital...É isso a democracia!




Osvaldo Castro

Resultados no concelho da Marinha Grande...PS ganha, mas perdendo votos...

Para ver os resultados consulte o site da CMMG, clicando aqui e, se o pretender, consulte também os resultados das freguesias navegando pelo quadro que se lhes refere.


OC

domingo, junho 07, 2009

Espírito do dia




João Paulo Pedrosa

sábado, junho 06, 2009

Em 6 de Junho de 1944,o Dia D,...o princípio da vitória contra o nazi-fascismo...

Faz hoje precisamente 65 anos que os exércitos das potências Aliadas, soldados americanos, ingleses e canadianos, em estreita colaboração com as forças clandestinas da guerrilha francesa, italiana e outras tomaram de assalto as praias da costa da Normandia, no norte da França, assim iniciando a maior invasão aero-naval de que há memória e que determinou o destino final da 2ª Grande Guerra Mundial.
Aí se iniciou a vitória da liberdade contra o Holocausto.
Aí se iniciou a senda da democracia contra a opressão, que vem sendo, desde então, a matriz civilizacional da Europa.
Aí se consolidou definitivamente o padrão democrático de valores norte-americanos.
Milhares e milhares de jovens americanos,ingleseses, canadianos e franceses deram a vida pelos valores da liberdade que a Operação Overlord quis redimir e recuperar. No oriente da Europa o mesmo sucedera com milhares e milhares de jovens russos...
Obama, Sarkozy e Filipe de Inglaterra, entre outros altos dignitários,representantes dos países que assumiram a direcção de operações do Dia D, estivéram hoje a homenagear os valentes soldados que se bateram pela liberdade e recordando a memória de muitos cujos corpos caíram para sempre nas terras da Normandia.
Osvaldo Castro

sexta-feira, junho 05, 2009

Votar é um dever cívico...Vote com Alegria...

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OC

Apanharam-me

Esta malta do Largo das Calhandreiras é danada para a brincadeira


João Paulo Pedrosa

Lamento

De acordo com o semanário Região de Leiria de hoje (link ainda não disponível) e numa mesma notícia refere-se (aquilo que à boca pequena já se sabia), Luciano Almeida vai ser número dois da lista do PSD de Damasceno e Ribeiro Vieira o mandatário. Mas a notícia refere ainda que Ribeiro Vieira e Luciano de Almeida foram ambos eleitos para, respectivamente, presidente e vice-presidente do NERLEI. Se a estes juntarmos Pedro Faria de quem se diz vir a ser também vereador de Damasceno, então quase que poderíamos dizer que o NERLEI está transformado na comissão de honra da candidata do PSD. O facto até da própria notícia dar conta das duas actividades misturadas é suficiente para aquilatar da gravidade de tal situação.
Não há, como é óbvio, nada que obste a que estes empresários apoiem o PSD - Raul Castro também tem muito empresários que o apoiam, sobretudo aqueles que fora da influência das lideranças associativas e no dia à dia da sua actividade profissional sofrem as agruras da morosidade e da burocracia camarária - mas parece-me totalmente incorrecto e lamentável que isto aconteça. Para o NERLEI, para os empresários, para a economia e, sobretudo, para Leiria.



João Paulo Pedrosa

quarta-feira, junho 03, 2009

A opinião do candidato

Após o comício, Vital diz-nos o que pensa. Obrigado!


João Paulo Pedrosa

Palavras ditas

A opinião de Edite Estrela sobre a festa da Marinha Grande. E outras mais ainda.


João Paulo Pedrosa

A Europa é Vital




João Paulo Pedrosa

A segunda Marinha Grande




João Paulo Pedrosa

O grande comício da Marinha Grande




João Paulo Pedrosa

segunda-feira, junho 01, 2009

Com os olhos noutras Praças...

Rui Namorado,em "O Grande Zoo"...Eleições europeias-Novas comparações
João Abel Freitas, no "Puxa Palavra"
Carlos Santos, em "O Valor das Ideias"
André Salgado, em "O País Relativo"
Semanada, em "O Jumento"
Miguel Abrantes, no "Câmara Corporativa"




OC

Diversity, a Dança que venceu a Voz...

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Osvaldo Castro

No Dia das Crianças...

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Osvaldo Castro