domingo, abril 29, 2007

Ditosa Pátria - A cimeira do progresso e da modernidade (18)




Por proposta da Federação de Leiria do PS realizou-se terça-feira, na NERLEI, uma cimeira entre as distritais do PS e do PSD. Esta iniciativa inaugurou uma forma moderna de fazer política, correspondendo aos anseios das populações que vêem mais nos partidos a reprodução de velhas formas retóricas de discussão e disputa políticas, do que propriamente a conjugação de esforços em prol de causas comuns. Esta cimeira gerou um grau elevado de expectativas positivas na população que cada um de nós procurará não defraudar.Neste sentido, esta cimeira visava estabelecer entendimentos comuns sobre matérias de grande importância nacional com consequências directas na vida da região. E se bem o pensámos melhor o concretizámos. Efectivamente, passámos em revista e analisámos a concretização de grandes projectos de investimento nacional que podem vir a ter repercussões e resultados muito importantes para a criação de mais riqueza e mais emprego na nossa região. Com efeito, da cimeira resultou a necessidade de encetarmos iniciativas comuns com vista a retirar o máximo potencial destes investimentos em prol da economia local. Assim, com as instituições de ensino superior, com os empresários e as suas associações e com os movimentos da sociedade civil, vamos estudar os objectivos, avaliar os resultados pretendidos e, com isso, procurar tirar vantagens económicas e sociais, ajudando os nossos empresários a perspectivarem novas oportunidades de negócio para venda e escoamento dos seus produtos, criando mais riqueza e mais emprego. É assim que a Distrital do PS quer estar na vida política e na defesa de causas. Espero que se vão habituando.



João Paulo Pedrosa

terça-feira, abril 17, 2007

Sócrates recebido em Leiria em apoteose



mais informação aqui, aqui, aqui e aqui.



João Paulo Pedrosa

domingo, abril 08, 2007

Boa Páscoa




João Paulo Pedrosa

Última Ceia





João Paulo Pedrosa

sábado, abril 07, 2007

Ditosa Pátria - Acender uma vela (17)

A batalha pela qualificação dos portugueses é, nos próximos anos, decisiva para atingirmos o patamar de desenvolvimento europeu. Os que concluíram o 12º ano são cerca de metade da média comunitária e ainda muito inferior aos países que entraram há pouco na união. Em face disto, foram, recentemente, criados dois instrumentos políticos que podem alterar este pobre cenário.
Em primeiro lugar, a criação do programa “Novas Oportunidades” que permite a muitos cidadãos que deixaram precocemente a escola, concluir o 9º ano e o 12º ano através do reconhecimento das competências pela via da experiência profissional e, se necessário, pela formação.
Em segundo lugar, a generalização ao 1º ciclo do ensino básico do projecto da “escola a tempo inteiro” com a introdução de áreas curriculares, tal como o inglês, a informática, a música e outras expressões culturais e artísticas, que visam qualificar, desde cedo, as nossas crianças para as exigências do mundo moderno.
Estas mudanças, claro está, vêm revolucionar o ensino tradicional em Portugal. Já não há, pois, mais espaço para a pequena sala de aula, à porta de casa, onde se aprendia a “ler, escrever e contar”. O que é realmente decisivo para o futuro das nossas crianças, são centro educativos com salas para aprendizagem de línguas estrangeiras, espaços de novas tecnologias de informação, bibliotecas, mediatecas, ginásios e cantinas de forma a diversificar e valorizar as aprendizagens, mantendo as crianças mais tempo na escola e preparando-as para as exigências e desafios que vão ter de enfrentar pela vida fora. Segurar uma escola isolada com poucos alunos, não é salvar uma aldeia, é condenar aquelas crianças ao fracasso e ao insucesso que uma sociedade pobre, arcaica e ruralizada também já tinha condenado os pais deles.
Amaldiçoar a escuridão passa por acender uma vela.


João Paulo Pedrosa

Ditosa Pátria - Às armas (16)

Portugal precisa de um grande aeroporto internacional. O aeroporto da Portela, já hoje, não consegue dar resposta aos voos e ao número de passageiros que ali pretendem aterrar. Quem trabalha na actividade turística sabe, por exemplo, das enormes dificuldades em reservar espaços para mais aviões e para a vinda de mais turistas. Cada dia que passa, portanto, o país vai perdendo riqueza e empobrece. Foi por isso que há quase dez anos atrás a sociedade se mobilizou e dividiu na escolha de um novo local para a construção desta infra-estrutura. Decidindo contra a fortíssima opinião prevalecente da classe política de Lisboa (contra a qual, diga-se, aliás, em bom rigor, quase nenhuma decisão política importante se toma neste país), o governo da época e o ministro Cravinho optaram pela OTA. Para o país e para nós, aqui, na região de Leiria, esta foi a melhor decisão e pela qual também nos batemos afincadamente. O aeroporto da OTA ficará praticamente à mesma distância de Leiria que fica de Lisboa, abrindo assim uma janela de oportunidades de progresso e de desenvolvimento como talvez nunca tivéssemos tido desde a plantação do Pinhal de Leiria. Por isso, quando hoje vemos, de forma aparentemente incompreensível, a retoma do discurso contra a OTA, temos de retomar de imediato o combate. Explicando as vantagens para o país e para a região da sua instalação neste local; Chamando ao debate os empreendedores, os empresários e os trabalhadores para assinalar as oportunidades que ali vão surgir; Mobilizando a sociedade civil em defesa do nosso futuro colectivo e o dos nossos filhos que aqui nasceram e, provavelmente, aqui quererão continuar a viver. A defesa da OTA é um combate permanente pelo progresso e pela modernidade. Preparemo-nos, então!



João Paulo Pedrosa

segunda-feira, abril 02, 2007

O Presidente da câmara mentiu

Na passada semana, a propósito de uma obra em S. Pedro de Moel que a imprensa noticiou estar a ser objecto de investigação da polícia judiciária e de uma queixa crime contra o presidente da câmara, Barros Duarte concedeu uma entrevista ao Diário de Leiria que é um vergonhoso e inqualificável chorrilho de mentiras. Confesso que começo a estar farto desta gente que, a propósito de tudo e de nada, mente com quantos dentes têm na boca. Na realidade, para além de outras e para sacudir a água do capote diz, a dada altura, Barros Duarte: o projecto "foi aprovado por unanimidade no executivo".

É falso! É mentira!

Consultada a acta da sessão de câmara de 26 de Maio de 2006 (acta nº 13, pg 41/42) está escrito o seguinte:
"696 -req386/06-pc 266/01 - Presente requerimento de Luís Manuel Cardoso Mota (...) Esta deliberação foi aprovada por maioria com o voto contra do sr vereador dr João Paulo Pedrosa"

O sr vereador dr João Paulo Pedrosa votou contra e proferiu a seguinte declaração de voto:
Votei contra porque a topografia do terreno foi alterada nas suas cotas originais o que determinou a implantação da construção diferentemente daquilo que deveria ter sido feito.

Já solicitei ao jornal em causa um desmentido e exijo do presidente da câmara um pedido de desculpas público. É o mínimo que a decência justifica!



João Paulo Pedrosa