Marinha Grande bem presente no Parlamento
João Paulo Pedrosa
Esta é a composição da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública. Habitualmente, inicia-se a sessão parlamentar nas comissões com a chamada "foto de família" para incorporar no site do Parlamento e ficar à disposição de todos. Esta foi tirada na sala dos Passos Perdidos, inicialmente pensada por Ventura Terra para espaço de encontro dos deputados, serve hoje, apenas e exclusivamente, para filmar directos para as televisões. Fora disso acho, aliás, que há até algum temor em a atravessar.
A actividade na AR começa a entrar em velocidade de cruzeiro, ontem reunião da Comissão de Trabalho e Segurança Social, da Comissão de Agricultura e Pescas e, já hoje de manhã, audição do Secretário de Estado dos Assuntos Europeus sobre a estratégia a seguir no próximo Conselho Europeu já com o Tratado de Lisboa no horizonte e em plena eficácia. Os partidos da oposição agendam tudo o que é possível e imaginável. Só na Comissão de Trabalho e Assuntos Sociais, por exemplo, as propostas para aumentar subsídios, alargar prestações sociais, reduzir contribuições, taxas e encargos ao Estado, entram aos magotes. A centralidade do parlamento em resultado das últimas eleições legislativas é pasto para toda a demagogia e irresponsabilidade. Na verdade, é caso para perguntar, se os partidos da oposição têm soluções para praticamente tudo o que seja redistribuir, não podem encontrar também soluções e propostas para aumentar o emprego e a riqueza nacional?
Este é o meu primeiro artigo para o Jornal "Setúbal na Rede".Obrigações gostosas de deputado eleito pelos sadinos.Obviamente, tinha de abordar a necessidade de ponderação e respeito pelos princípios em matéria de justiça.Para ter acesso ao Portal e ao artigo basta clicar aqui.
Osvaldo Castro
Durante meses de campanha eleitoral o CDS assumiu como primeira preocupação do seu discurso político os problemas da agricultura, a "lavoura", como tanto gostava de dizer Portas. Nesta legislatura criou-se uma nova Comissão, justamente, para tratar das matérias do sector. Quando toda gente pensava que o CDS - que tem direito à presidência de uma comissão - iria escolher esta, eis que prefere a Comissão dos Negócios Estrangeiros. É caso para dizer, para o CDS, a agricultura é muito importante, mas vista do estrangeiro...
As democracias não morrem apenas às mãos de tiranos, por vezes também se suicidam. É por isso, pois, muito evidente, hoje, que o populismo e a corrupção são os seus principais inimigos. A América Latina está pejada dos dois exemplos e, por cá, nunca é tarde para nos acautelarmos, sendo que para isso, justamente, o tema nunca deveria constituir arma de arremesso entre os partidos políticos, bem pelo contrário, sob pena de qualquer dia não haver quem assegure o respeito e a atenção dos cidadãos.
"Saber do que se fala sempre ajuda" a frase com que Habermas abriu, há muito anos, um congresso sobre legitimidade, ocorre-me a propósito dos comentadores que, fazendo eco da oposição, acusam o governo de arrogância e insensibilidade por ter apresentado o "seu" próprio programa de governo.
Lisboa, 02 Nov (Lusa) -
O programa do XVIII Governo Constitucional, hoje aprovado em Conselho de Ministros, define como prioridades o combate à crise e o crescimento económico com base no investimento público, a modernização da economia e a justiça social.
Estes objectivos do executivo fazem parte da introdução do programa esta tarde entregue pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
"É preciso que o país mobilize todas as suas energias para continuar a enfrentar, com responsabilidade, determinação e visão de futuro, esta que é a maior crise económica mundial dos últimos 80 anos; é preciso, também, que o país aposte em ganhar competitividade, de modo a responder aos exigentes desafios da economia global, a reduzir o défice externo e a convergir com o crescimento económico e o nível de vida dos países mais desenvolvidos", refere o programa do Governo.
De acordo com o executivo socialista, para cumprir estes objectivos "é fundamental prosseguir, com iniciativa e ambição, o caminho das reformas, da qualificação, da modernização (tecnológica e infra-estrutural), das energias renováveis, da eficiência energética e da valorização das exportações".
"É preciso, finalmente, que o país continue a reforçar as políticas sociais e a qualificar os serviços públicos, de modo a que o Estado Social possa cumprir a sua missão e aprofundar os seus resultados na luta contra a pobreza e as desigualdades, bem como na valorização das classes médias, ao serviço de uma sociedade mais justa e com mais igualdade de oportunidades para todos", acrescenta.
PMF/Lusa
OC
Delito de Opinião, por Pedro Correia;
Blasfémias, por CAA;
Câmara Corporativa, por Miguel Abrantes;
Causa Nossa, por Vital Moreira;
Osvaldo Castro
Osvaldo Castro
Há quatro anos atrás o povo escolheu maioritariamente o presidente da câmara da CDU, passado "um ano e picos", o PCP decidiu então escolher ele próprio o seu presidente da câmara e, vai daí, mandou embora o outro; durante os 4 anos de mandato não fizeram rigorosamente nada, ainda assim, compraram umas tendas para fazer de mercado municipal e trouxeram o Biafra para a Marinha Grande.
O Benfica-Porto só me pode trazer boas recordações, primeiro porque os dois únicos animadores deste blogue são, respectivamente, adeptos de um e outro clube, segundo, porque a existência de rivalidade entre ambos me permitiu conhecer o João Pedro e terceiro, não menos importante que os anteriores, o Benfica ganha quase sempre e quando não ganha merece, seguramente, ganhar.